Paris. Iluminada, minha Paris. Que saudades de ti, mon amour. De tuas ruazinhas estreitas, teus pintores sorridentes à beira do rio, teus parques verdes com patinhos mal-educados. Bateu-me uma vontade de debruçar-me à janela de um prédio qualquer e contemplar a beleza da Torre Eiffel. Sentir aquele vento matreiro do norte em meu rosto. Ah, ainda lembro-me do gosto de tua comida, Paris. Amarga e doce, como tu mesma. Restaurantes cinco estrelas em cada esquina, franceses rabugentos olhando-me torto. E o som da cidade embalando-me, acendendo fogos de artifício em minha alma.
Ah, minha Paris! Bateu-me uma saudade que não posso conter. Uma nostalgia que vem de dentro para fora, em forma de lágrimas de felicidade.
Eu vejo as fotos. Os cartões postais. Ainda guardam meus sorrisos. Iluminados como tu, minha Paris. Atravesso a rua e passo pelo Arco do Triunfo. Até a o brilho do Sol é diferente e me faz bem. O cheiro é de perfume caro, de lavanda e flores silvestres. Ratinhos correndo pelos esgotos, luzes brilhando pela noite. Paris, minha Paris. Minha cidade, meu lar. Tenho saudades de ti. E prometo, vou voltar.
Ah, minha Paris! Bateu-me uma saudade que não posso conter. Uma nostalgia que vem de dentro para fora, em forma de lágrimas de felicidade.
Eu vejo as fotos. Os cartões postais. Ainda guardam meus sorrisos. Iluminados como tu, minha Paris. Atravesso a rua e passo pelo Arco do Triunfo. Até a o brilho do Sol é diferente e me faz bem. O cheiro é de perfume caro, de lavanda e flores silvestres. Ratinhos correndo pelos esgotos, luzes brilhando pela noite. Paris, minha Paris. Minha cidade, meu lar. Tenho saudades de ti. E prometo, vou voltar.
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