Consegui quebrar a redoma de vidro onde eu tinha te colocado, e eu estava certa era insuportável a dor que eu sentia ao perceber que não tinha você. Mas precisava entender que todos os meus sonhos nunca seriam realizados, e que você vivia fora deles, continuava a sua vida normalmente enquanto eu estava me esvaindo em sofrimento. Tive que ir percebendo isso aos poucos, sofrendo a cada vez que te via passando na rua, me martirizando e tentando sobreviver sem minha dose de ilusão, que seria tão anestésica que me ajudaria a ter uma noite de sono perfeita sem sonhos. Eu não posso te culpar de nada disso, você deixou de ter culpa pelo meu sofrimento há muito tempo, tempo esse que eu não quero me lembrar.
23 de maio de 2010
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Consegui quebrar a redoma de vidro onde eu tinha te colocado, e eu estava certa era insuportável a dor que eu sentia ao perceber que não tinha você. Mas precisava entender que todos os meus sonhos nunca seriam realizados, e que você vivia fora deles, continuava a sua vida normalmente enquanto eu estava me esvaindo em sofrimento. Tive que ir percebendo isso aos poucos, sofrendo a cada vez que te via passando na rua, me martirizando e tentando sobreviver sem minha dose de ilusão, que seria tão anestésica que me ajudaria a ter uma noite de sono perfeita sem sonhos. Eu não posso te culpar de nada disso, você deixou de ter culpa pelo meu sofrimento há muito tempo, tempo esse que eu não quero me lembrar.
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