12 de abril de 2010

quantas vezes

Quantas vezes já sonhei acordada com você? Viajei em meros pensamentos distantes com a imaginação fora da lei pensando em ti. Quantas vezes me desdenhou e em seguida me seguia com a finalidade de me procurar como se nada houvesse acontecido? Quantas vezes já senti a agonia no pronúnciar de sua voz afirmando amargamente que me amava? E no fundo tudo que importava, era prazer. Quantas vezes disse que não me conhecia ou simplesmente me ignorava na frente de seus amigos? Suas atitudes me faleciam interiormente como se fosse um animal torturado e assasinado lentamente. Fui fraca, frágil! Uma marionete controlada por meras ilusões com o misto de paixão e obsessão. Quantas vezes prometi a mim que jamais ia te procurar, e com um simples telefonema seu tudo muda!
Quis te amar, quis viver uma paixão contigo... e você? Apenas ignorava o fato de viver um relacionamento. Em um dia não tão escuro, mas frio irá perceber que tudo que eu fiz foi por você, para nós, para o nosso bem. O entardecer um dia chegará e quando chegar e ficar óbvio para nossas almas, será tarde demais. O amanhecer brevemente irá surgir e não existiremos mais.

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