10 de abril de 2010

exceção

Descobri que as regras nem sempre ditam a organização. Elas nem sempre trazem ao erro algo de certo.

Descobri, ainda, que segui-las nem sempre será o correto, porque certas regras determinam o erro, o desvio, o fim. As regras humanas determinam um mundo em que o sentimento não é real, a mentira é a lei e o erro se torna certo.
As regras humanas determinam que, se você não está incluído em um grupo específico de pessoas com características específicas, você está errado. Elas determinam que, se você não viver a vida sem regras, você está errado.

O mundo determina que você deve se embriagar, se desapegar das pessoas, fazer as coisas como bem entende, experimentar todo tipo de coisa que ele lhe oferece e não se importar com nada a não ser com o momento. É essa a regra. Não se importe, não corra atrás, não pense nos outros, apenas siga em frente e faça o que lhe for conveniente.

Porém sei de uma coisa: Para mim as coisas não são assim. Minhas regras são diferentes. Está determinado para mim que me importarei, correrei atrás, pensarei duas vezes antes de tomar qualquer atitude e me lembrarei sempre da Autora da minha vida: Eu. E, através do amor que recebo e que sinto, o amor que me faz não seguir as regras desse mundo, eu digo: Eu prefiro ser a exceção em um mundo de regras.

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